A turma da França foi surpreendida
nesta segunda jornada, a Alemanha levou de vencida a selecção da casa por 1-0.
terça-feira, 26 de agosto de 2014
ALEMANHA SURPREENDE E VENCE FRANÇA
OS ESPANHÓIS ENCONTRARAM O RUMO DA VITÓRIA
Depois de surpreendida pela
Inglaterra, a Espanha conseguiu vencer a selecção de Israel com uma goleada de
10-0.
Os espanhóis Ricard, Ballard e
Najera, com um golo cada um, colocaram a selecção de Espanha a vencer por três
bolas a zero ao intervalo.
O conjunto israelita nunca conseguiu disputar o jogo perante uma Espanha muito forte, tres golos de Maideu, dois de Bigas e outros de Najera, a Espanha conseguiu aumentar a vantagem no marcador chegando ao 10-0.
O conjunto israelita nunca conseguiu disputar o jogo perante uma Espanha muito forte, tres golos de Maideu, dois de Bigas e outros de Najera, a Espanha conseguiu aumentar a vantagem no marcador chegando ao 10-0.
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
PORTUGAL VENCE ANDORRA NA 2ª JORNADA
Texto: FPP
A Seleção Nacional Sub-17 de hóquei em patins alcançou a sua
segunda vitória no 34º Campeonato da Europa – Gujan-Mestras, França. Esta
segunda-feira, 25 de agosto, Portugal venceu (5-0) Andorra, em partida
referente à 2ª jornada do Grupo A.
Frente
a Andorra, um dos adversários mais fortes do grupo, Portugal mostrou-se
bastante competente em todos os processos do jogo, o que permitiu alcançar um
triunfo tranquilo e somar a segunda vitória em outros tantos desafios. Com os
jogadores mais confortáveis no piso do pavilhão de Gujan-Mestras, a Seleção
Nacional realizou um encontro globalmente bem conseguido, com destaque para uma
2ª parte de maior domínio. Ao intervalo, e à semelhança do desafio com a
Áustria, Portugal vencia por 2-0, desta feita com golos de Joaquim Ferreira e
Gonçalo Nunes. Na etapa complementar, a formação portuguesa manteve-se por cima
e foi com naturalidade que dilatou a diferença (5-0), por intermédio de Hugo
Barata, por duas ocasiões, e Gonçalo Nunes.
Cinco
inicial: Tiago Rodrigues (GR), João Lima, Gonçalo Nunes, Joaquim Ferreira e
Hugo Barata
Marcadores:
Gonçalo Nunes (2), Hugo Barata (2) e Joaquim Ferreira (1)
Luís
Moreira, Selecionador Nacional: “Fomos uma equipa racional, forte, com mais
paciência e também muito mais adaptada à pista. Crescemos com o decorrer do
jogo, com uma segunda parte mais bem conseguida, com maior controlo e posse de
bola, o que nos permitiu frente a esta excelente equipa de Andorra, criar
vantagens no um para um e nas ações que tínhamos trabalhado. Também permitiu
fazer uma boa rotação dos atletas, como já tínhamos feito no primeiro jogo, e
quando foi necessário na parte final do encontro, os jogadores estavam bem e
conseguiram colocar em pista o que lhes tinha sido pedido. Amanhã [terça-feira]
é dia de descanso e vamos descansar bem e preparar o jogo com a Suíça para
garantir o apuramento”
Amanhã, terça-feira, a Seleção Nacional cumpre o seu dia de descanso. Na quarta-feira, 27 de agosto, Portugal volta à ação para medir forças com a Suíça, num encontro marcado para as 17:45 (hora de Portugal Continental) e com transmissão em direto no portal do CERH. Mais informações no portal do CERH, em www.cerh.eu.
Amanhã, terça-feira, a Seleção Nacional cumpre o seu dia de descanso. Na quarta-feira, 27 de agosto, Portugal volta à ação para medir forças com a Suíça, num encontro marcado para as 17:45 (hora de Portugal Continental) e com transmissão em direto no portal do CERH. Mais informações no portal do CERH, em www.cerh.eu.
ITÁLIA VOLTA A VENCER NO EURO SUB-17
Depois de vencer a Suíça, a
selecção de Itália goleou a Áustria por 10-0, em jogo da segunda jornada do
Europeu de Sub-17.
O homem do jogo foi o italiano
Alberto Greco ao apontar três golos na partida, com golos de Gavioli, Barbieri
e Faccini, a Itália chegou ao intervalo a vencer por 3-0.
A equipa transalpina na segunda parte voltou a carga, com os três golos de Greco, dois de Campagno, um de Gaviolli e outro de Raffaelli a Itália chegou ao resultado final de 10-0.
A equipa transalpina na segunda parte voltou a carga, com os três golos de Greco, dois de Campagno, um de Gaviolli e outro de Raffaelli a Itália chegou ao resultado final de 10-0.
SPORTING FICA COM O 4º LUGAR EM LUANDA
Foto: RFEP
O Sporting CP terminou o
torneio Zé Dú em Luanda na 4ª posição depois de perder frente a selecção sub-21
de Espanha por 2-1.
Ao intervalo os espanhóis
venciam por duas bolas a zero, com dois tentos apontados por Carballeira.
Já na segunda parte a equipa
portuguesa por intermedio de João Pinto conseguiu reduzir para 2-1, resultado
com que a partida iria terminar.
domingo, 24 de agosto de 2014
FRANÇA GOLEIA ISRAEL
No último jogo do dia, a
selecção da França goleou a selecção de Israel por um folgado 7-0.
Claramente superior em rinque
a turma da casa não teve qualquer dificuldades em derrotar os israelitas.
Os golos foram apontados por,
Kalemba e Gefflot por duas vezes, um de Gelle, um de Ajaali e outro de Cremese.
Esta segunda-feira a França
defronta a selecção da Alemanha e os israelitas defrontam a Espanha,
SUÍÇA DERROTADA PELA ITÁLIA
A Itália venceu a selecção da Suíça
por 5-1.
A turma italiana começou bem
melhor a partida, com golos de Gavioli e Graco a Itália chegou ao intervalo com
uma vantagem de 2-0.
Na segunda parte os italianos
voltaram aos golos e iriam chegar ao 5-0 com dois golos de Campagno e um de
Gavioli.
INGLATERRA SURPREENDE ESPANHA
As selecções de Espanha e
Inglaterra empataram a uma bola no Europeu de Sub-17 em França.
Na segunda parte foram os espanhóis
quem fizeram um golo, por intermedio de Albert Bigas a Espanha fixou o
resultado final em 1-1.
PORTUGAL DESPACHA ÁUSTRÍA NO ARRANQUE DO EURO SUB-17
No jogo inaugural do 34º
Campeonato da Europa de Sub-17, Portugal goleou a selecção-da Áustria por 7-0.
A selecção portuguesa volta a rinque nesta segunda-feira às 17:45h para o embate com a Andorra. Quanto aos austríacos defrontarão a selecção de Itália às 15:15h.
"URSINHOS” ARRANCAM HOJE NO EUROPEU
Arranca
este domingo o 34º Campeonato da Europa na categoria de Sub-17, que se realiza
em França.
Num
formato de grupos, Portugal está inserido num grupo com Austria, Italia,
Andorra e Suíça. O outro grupo é Espanha, Inglaterra, França, Israel e
Alemanha.
A
turma de Luís Moreira entra em rinque este domingo quando forem 15:15h para
defrontar a Áustria.
SPORTING DERROTADO COM UM GOLO DE PEDRO GÍL
O
Sporting foi derrotado pelos angolanos da Juventude de Viana por uma bola a
zero, num dos jogos das meias-finais do torneio Zé Dú.
O
golo do espanhol Pedro Gil ainda na primeira parte deu a vitória e a presença
no jogo da final a Juventude de Viana.
Na
outra meia final o Académico de Luanda venceu a selecção de sub-21 de Espanha
por 3-2.
sábado, 23 de agosto de 2014
TRÊS GOLOS DE RICARDO FIGUEIRA EM NOVA VITÓRIA LEONINA
A equipa do Sporting CP venceu
a selecção de sub-21 de Espanha por 4-3, em jogo a conta para a 3ª jornada do
Torneio Ze Du a realizar-se em Angola.
O Sporting reagiu e deu a
volta ao marcador com três golos de Ricardo Figueira e um de Tiago Losna, assim
a equipa leonina acabou por vencer e conquistou o primeiro lugar do seu grupo.
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
SPORTING AFINA A “MÁQUINA” EM TERRAS ANGOLANAS
![]() |
Foto:
Facebook Clube Desportivo 1º de Agosto
Arrancou
na quarta-feira em Angola a 13ª edição da Taça Zé Du, em representação do hóquei
em patins está em terras angolanas o Sporting CP, agora modalidade oficial do
clube de Alvalade.
No
primeiro encontro nesta quarta-feira, os leões venceram a equipa do 1º de
Agosto por 5-0, com golos de João Pinto (2), Tiago Losna, Carlitos e do jovem
Bekas. Já
nesta quinta-feira, o Sporting tornou a golear, desta vez para a 2ª jornada
frente a uma equipa constituída por jogadores oriundos de equipas de Maputo.
Neste segundo jogo com golos de Bekas (2), João Pinto (3), André Moreira e
Carlitos, a equipa leonina venceu por 7-0.
De realçar que o
Sporting avança para o terceiro jogo, marcado para esta sexta-feira frente à
selecção sub-21 de Espanha, com nenhum golo sofrido
|
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
X TORNEIO CIDADE VALE DE CAMBRA – VÍTOR SILVA
Pelo
10º ano consecutivo o Hóquei Académico de Cambra organiza o “X Torneio Cidade
de Vale de Cambra – Vítor Silva”. De recordar que este Torneio teve início em
2004, ano do desaparecimento do então Presidente Vítor Silva, adoptando por
isso a partir dessa data o seu nome e sendo um dos principais eventos levado a
cabo por este clube.
No
presente ano, o Torneio chega à sua 10ª edição, o número já de si “redondo”
torna-se ainda mais importante ao coincidir com o 15º aniversário do Clube. São
estes motivos mais do que suficientes para fazermos uma edição memorável, de
homenagem ao Presidente Vítor Silva, ao Clube e à cidade que desde a primeira
hora nos acolhe – Vale de Cambra.
Nesta
10ª edição as equipas presentes serão:
-
Hóquei Académico de Cambra
-
Clube Desportivo da Póvoa
-
Famalicense Atlético Clube
-
Sporting Clube de Tomar
Mais
do que nunca a presença massiva dos adeptos e população fará toda a diferença
no arranque de mais uma época desportiva!
VÍTOR PEREIRA: “OBJECTIVO É CLARAMENTE A MANUTENÇÃO”
Foto: Facebook AD Sanjoanense
Foi na época de 2003-2004 que a AD Sanjoanense teve a sua última participação na \ª divisão nacional, agora chegou a hora do regresso.
A equipa de São João da
Madeira vai disputar o patamar máximo no hóquei em patins português na próxima época.
O timoneiro que conseguiu
comandar a equipa da Sanjoanense neste regresso foi Vítor Pereira, à três épocas
como técnico da Sanjoanense e depois de muita especulação da possível saída, o
treinador irá continuar a orientar a Sanjoanense.
O Besthoquei esteve com o
treinador Vítor Pereira, ele que nos fez a antevisão da próxima época que ai
vem.
Puxando a fita atras, falo-nos
da última época da AD Sanjoanense que culminou com a subida de divisão…
Este projecto surgiu quando
Henrique Almeida assumiu a presidência do hóquei em patins da AD Sanjoanense á
3 épocas atrás e me convidou para ser de novo Técnico da AD Sanjoanense.
Aquando esse convite decidimos que o nosso objetivo seria o de colocar a Sanjoanense
na 1ª divisão. Para isso era importante fazer ressurgir o hóquei na cidade,
trazer de novo os nossos adeptos ao pavilhão, fazer com que acreditassem no
projecto, mostrar que era diferente e que poderia ter êxito. Felizmente
conseguimos alcançar o nosso objectivo o que para mim foi também a
concretização de um sonho, voltar a ver aquele pavilhão completamente repleto a
festejar a subida de divisão foi algo com que sonhei após ter iniciado este
projecto. Alem de conseguirmos a subida de divisão conseguimos que o hóquei em
patins ficasse a ganhar com o envolvimento criado em torno da nossa equipa.
Agora vem ai um novo desafio
para a Sanjoanense e para o treinador Vítor Pereira, como encarou a
planificação desta época que ai vem?
A planificação é dentro do que
estamos habituados. Sempre fui dizendo que para conseguirmos subir da 2ª para a
1ª Divisão tínhamos de trabalhar ao nível dos clubes que estão na segunda parte
da tabela classificativa na 1ª Divisão, como tal assim a nossa planificação é
dentro do habitual. Temos a noção das dificuldades financeiras que o clube
vive, e que não podemos cometer erros como alguns praticados no passado que nos
custou 12 anos de afastamento de estar entre os melhores clubes, por isso mesmo
estamos a preparar um plano de trabalho de acordo com todas as condicionantes
que nos rodeiam, mas muito ambicioso.
Que expectativas e objectivos
tem a Sanjoanense para a próxima época?
O objectivo da AD Sanjoanense
é claramente o da manutenção. Quando aceitei este desafio, ficou estabelecido
que este ano será o nosso Ano Zero, adaptação a uma nova realidade de forma a
alcançar a manutenção. Assim que essa manutenção se torne realidade será
importante o clube elaborar um novo projecto de afirmação do clube na primeira
divisão. As expectativas são as melhores, os nossos adeptos, as pessoas de S.
João da Madeira estão com a equipa, isso é muito importante e motivador para
alcançarmos o nosso objectivo o mais cedo possível, mas para isso vai ser preciso
ajustamento a todos os níveis nos séniores do Clube, uma dinâmica maior por
parte de todos, directores, seccionistas, equipa técnica e jogadores.
A Sanjoanense foi ao mercado e
reforçou-se com quatro reforços e perdeu tres jogadores, nos que pode falar das
saídas e o que vem estes reforços ao seu plantel?
O plantel que está definido
para arrancar a época de 2014/2015 é um plantel equilibrado. Entraram jogadores
para colmatar algumas situações que consideramos necessárias face a nova
realidade que será o campeonato da 1º Divisão e ás soluções tácticas que
pretendemos apresentar. Os reforços vêm trazer qualidade ao plantel, são
jogadores tal com os que se mantem que nos dão garantias para trabalhar de
forma a assegurar os objectivos. O nosso plantel já contava com excelentes
elementos e espero que o entrosamento entre todos seja alcançado com a maior
brevidade possível. Logicamente que com as entradas, saíram jogadores, aos
quais desejo as maiores felicidades e que agradeço toda a dedicação que tiverem
enquanto atletas a forma como superarão as muitas dificuldades.
As contratações da Sanjoanense
tiveram o dedo do Vítor?
Apesar de a minha continuidade
ter estado em análise com o presidente do clube, de imediato após a subida e
como o meu acordo com o presidente só terminava em Julho elaborei um plano de
trabalho com o presidente Henrique Almeida. Todos os Jogadores contratados
fazem parte da lista inicial que apresentei, embora obviamente essa lista
tivesse mais nomes e outras soluções. Não havia tempo a perder, fomos a última
equipa a assegurar o lugar na Primeira Divisão. Independente de quem assumiria
o cargo técnico era importante assegurar o futuro da equipa. Foi preciso
trabalhar de forma rápida de forma a assegurar jogadores com qualidade.
Como se encontra o hóquei em
patins em geral na AD Sanjoanense actualmente?
O Hóquei em patins é uma
modalidade que tem dado muitos êxitos ao Clube, ADSanjoanense é o clube mais representativo
da cidade de S. João da Madeira e tem no seu hoquei em patins um exemplo de
sucesso, não só pelos êxitos alcançados mas pela formação de jovens. Penso que
como foi demostrativo os últimos jogos que tivemos no nosso pavilhão, os
adpetos e as pessoas da cidade estão de novo com o Hóquei em patins e com a sua
equipa sénior masculina. Isso sem dúvida é muito positivo e traz muita
esperança para o futuro.
Esta promoção ao patamar
máximo de Portugal que importância para clube?
Tendo em conta a difícil
realidade do Hóquei em patins, penso que na 2ª divisão que consegue uma média
de adeptos superior a 500 pessoas por jogo, com os jogos decisivos a atingir
mais de 2000 pessoas, que pratica um bom hóquei, tem por direito estar no
patamar máximo. Esperamos que todos os sócios e adeptos do clube se continuem a
juntar a esta equipa e que com isso a motivação continue. Estar numa primeira
divisão a disputar jogos por todo o pais trará de novo mais projeção do Clube e
da Cidade de S. João da Madeira, certamente trará mais despesas as quais
esperamos sejam superadas pela adesão de mais patrocinadores para junto da
secção de hóquei em patins da AD Sanjoanense.
sábado, 16 de agosto de 2014
CARLOS SILVA E O TEMPO NO BENFICA: “”EMPURRARAM-ME” PARA FORA DO BENFICA”
O guardião Carlos Silva vai
ser mais um emigrante do hóquei em patins português ainda muito jovem esteve no Parede FC e no
Oeiras, mas foi em Paço de Arcos que se mostrou verdadeiramente ao hóquei em
patins, no CD Paço de Arcos passou 13 épocas, passou uma época por empréstimo
no seu primeiro ano de sénior no Alenquer, o ponto mais alto da sua carreira
foi no SL Benfica onde esteve seis anos.
Corria o ano de 1989 e ainda miúdo
Carlos Silva apareceu no Parede onde esteve duas épocas, depois seguiu para o Oeiras
onde esteve também duas temporadas, em 1993 chegou a Paço de Arcos onde fez
verdadeiramente a sua formação hoquista, em 2002 foi emprestado ao Alenquer
naquela que era a sua primeira época como sénior voltando ao Casa Blanca no ano
seguinte.
Em 2004 Carlos Silva chegou ao
SL Benfica onde esteve durante seis temporadas de águia ao peito, Carlos viria
mesmo a regressar a Paço de Arcos onde permaneceu até ao final da época passada,
viajando agora para à Suíça para representar os suíços do Basel.
O Besthoquei esteve com o guarda-redes português, Carlos Silva respondeu a varias questões sobre a sua carreira e sobre a sua nova aposta na Suíça.
O Carlos teve o ponto alto da
sua carreira nos seis anos que passou pelo Benfica, que momentos recorda dessa
longa passagem pela Luz?
Da minha passagem pelo Benfica
só tenho boas recordações. Foi um orgulho jogar num clube como o Benfica, onde
passei momentos muito bons e outros não tão bons. Recordo momentos, colegas e
adeptos que me marcaram e que me enriqueceram profissional e pessoalmente.
Fica um sabor amargo ao
completar cinco época num clube como o Benfica e não conquistar um campeonato
nacional?
Claro que fica. Quem joga no
Benfica joga sempre para ser campeão. Nos seis anos que lá joguei, muitas vezes
estivemos perto de o conseguir, mas faltou sempre o 'quase'. E esse 'quase' faz
toda a diferença. E na história ficam os campeões, e não os segundos ou
terceiros. Portanto, é inevitável dizer que quando penso que joguei 6 anos no
Benfica e nunca consegui ser campeão, existe um sentimento de frustração. Mas,
por outro lado, consegui absorver as coisas boas que essa experiência me deu e
crescer com isso. A vida é uma aprendizagem constante...estamos sempre a
aprender!
Teve um ano em Alenquer na
época 2002-2003, como recorda esse ano em Alenquer?
Fui para o Alenquer no meu
primeiro ano de sénior. O guarda-redes da equipa do Paço de Arcos era o João Miguel,
uma referência para mim desde então, e o clube e eu achámos que a melhor opção
para mim era sair por empréstimo para rodar um ano e ganhar experiência
competitiva de 1^ divisão. A nível colectivo a época correu mal, pois descemos
de divisão e atravessámos uma fase conturbada do clube, numa época em que
tivemos 3 treinadores. Mas a nível pessoal foi uma experiência enriquecedora.
Com 19 anos joguei ao mais alto nível e ganhei andamento de 1ª divisão. Nesta
fase da minha carreira, recordo um treinador que me ajudou muito. Foi o Costa
Duarte (actual treinador da Juv. Salesiana), que desde que entrou no clube
apostou e acreditou em mim. Foi uma pessoa muito importante para mim, que me
deu muita força e que me ajudou muito. Até hoje, passados 12 anos, não esqueço
a importância que ele teve na minha carreira.
Regressou a Paço de Arcos em
2010 onde esteve até agora vindo do Benfica, que balanço faz destes anos no
Paço de Arcos?
Regressei a Paço de Arcos, 6 anos
depois de sair. Regressei porque acharam que eu já não servia para o Benfica e
'empurraram-me' para fora do Benfica. A expressão é literalmente esta. O meu
sentimento na altura foi o de que queria acabar com a minha carreira. Mas Deus
escreve direito por linhas tortas, e hoje estou aqui. Só Deus e a minha família
sabem o que passei no final de 2010 e aquilo que me fizeram. Não o desejo a
ninguém. Mas as pessoas passam e os clubes ficam, e o Benfica está acima de
tudo e de todos. Regressei há minha casa, pelas mãos do presidente da altura,
José Silveira, e do treinador, Paulo Garrido, que fizeram tudo para que eu
regressasse a Paço de Arcos. Fui para à 2ª divisão, sem qualquer problema, pois
sabia que ia dar um passo atrás, mas que depois iria dar dois em frente.
Subimos de divisão em 2011 e recolocámos o clube onde ele deve estar, que é
entre os melhores. Depois de anos de 'sobe e desce', o Paço de Arcos 'assentou'
na 1ª divisão. Penso que o balanço é muito positivo no final destes 4 anos. Com
jogadores identificados com o clube, a grande maioria formados lá, com maior ou
menor dificuldade, atingimos sempre os objectivos finais. O Paço de Arcos é
hoje, novamente, respeitado em cada ringue que vai jogar e cada vez mais temido
em sua casa. Penso que esse o maior sinal de que o balanço é muito positivo
Nestas duas últimas épocas o
Carlos Silva realizou épocas de grande qualidade, sentiu que era possível ser
chamado a seleção face às exibições que realizou?
Não, nunca o senti. A minha ida à
selecção novamente não está dependente das minhas exibições, mas sim de
questões pessoais. Não tenho dúvidas de que poderia ser o GR português menos
batido do campeonato e até ser campeão nacional, que não iria ser chamado à
selecção nacional. Tenho 32 anos e as minhas esperanças de voltar a representar
a selecção nacional já não existem, pelo menos enquanto a actual direcção
técnica nacional estiver à frente da Federação. Admito que na época passada, na
altura do Torneio de Montreux, face ao momento desportivo que atravessava, tive
essa esperança. Não sendo chamado nessa altura, percebi que não seria mais.
Hoje, já nem penso nisso. Trabalho com o mesmo profissionalismo, seriedade e
confiança, mas para evolução própria e da minha equipa. Sem pensar em
selecções. Se um dia, um outro seleccionador me voltar a chamar, estarei sempre
disponível.
Sente que a idade é um fator decisivo para quem pode ou não ser chamado a seleção?
Não, a idade não tem pesado
nas escolhas recentes. Temos o exemplo o Luís Viana que, com 38 anos, e depois
de uma época espectacular, foi à selecção. Não é por ai..
Já que estamos a falar da
seleção portuguesa, como viu a prestação de Portugal no ultimo Campeonato da
Europa em Alcobendas?
Não prestei muita atenção. Vi
apenas, com mais atenção, o jogo frente à Suiça, pois queria ver já alguns
jogadores que vou defrontar este ano. Depois, nos jogos com a Itália e com a
Espanha, viajei de férias para o estrangeiro e não acompanhei os jogos.
Na opinião do Carlos Silva
foram chamados os dez melhores jogadores portugueses ou os melhores jogadores
portugueses da época passada?
Foram chamados os 10 melhores
para quem tinha a responsabilidade de escolher. Nunca se pode agradar a gregos
e troianos, e se formos fazer um referendo pelo mundo hoquistico português,
haveria um sem número de opiniões e de opções diferentes. No final é fácil
criticar e apontar possíveis erros. Eu, se calhar, convocaria, ou não, um ou
outro jogador diferente. Mas nada me garante que o resultado seria melhor.
Agora, cabe a quem decide e a quem escolhe, assumir as responsabilidades pelos
resultados das suas escolhas e decisões. Depois, cabe à direcção da FPP decidir
se se está a ir no caminho certo ou não. Ponto final.
O Carlos é um nome experiente
no hóquei em patins, sente que se deve mudar algo no hóquei em patins em
Portugal atualmente?
O que mais me preocupa,
actualmente, no hóquei em patins português, é a formação. O actual sistema de
mobilidade dos jovens atletas levou a uma monopolização por parte dos clubes
com melhores condições. Clubes formadores, como o Paço de Arcos, HC Sintra, no
caso do sul, estão a morrer ao nível de formação porque clubes como o Benfica e
o Sporting, com maior poderio económico, estão a secar tudo à volta. Depois, a
concorrência a nível distrital, é zero. Vemos as equipas de juvenis e de
juniores do Benfica, que ganharam tudo este ano a nível da zona sul. Não
tiveram concorrência nem competitividade. Chegaram à fase decisiva e falharam.
Há 10/12 anos atrás, os jogadores de qualidade estavam distribuídos por várias
equipas. Hoje, com a abolição das compensações aos clubes, os bons juntam-se
todos numa só equipa e não existe competitividade. Isso preocupa-me em termos
de futuro do hóquei, pois não sei se muitos destes miúdos, muitos campeões
nacionais, estão devidamente preparados para jogar ao mais alto nível numa 1ª divisão.
Mudando de assunto, o Carlos
Silva vai rumar a um novo projeto no hóquei em patins suíço, que aliciantes o
levou assinar pelo Basel?
O que levou a assinar pelo RHC
Basel foi um conjunto de factores, que vai desde o financeiro ao social. A
nível desportivo, não tenho dúvidas de que o campeonato suiço não é mais
competitivo do que o português. Mas depois há a parte financeira, que é muito
melhor do que aquela que eu tenho em Portugal, e a parte de ir para um país
onde as perspectivas de vida e de futuro são muito superiores às de cá.
Ponderei todos os prós e todos os contras e tomei a decisão de emigrar. Será
uma nova experiência para mim que eu não podia deixar passar de maneira alguma.
Se tomei a opção correta, ou não, só o tempo o dirá. Este é um projecto de
alguém que é apaixonado pelo hóquei em patins, que é o sr Roger Ehrle, o
presidente do clube. Este senhor já foi campeão suíço por um clube alemão, o
Friedlingen, onde jogaram alguns jogadores de craveira internacional, como o
David Paez. Neste clube, a linha de pensamento é a mesma. Apostar em jogadores
de qualidade para voltar a ser campeão suiço. Esse é um desafio que me seduz.
Que objectivos e expectativas
tem para esta época que ai vem?
Primeiro, adaptar-me ao país,
à língua, aos costumes e a uma realidade social e hoquistíca totalmente
diferente. O grande desafio pessoal será ter o máximo rendimento desportivo
enquanto consigo realizar todas estas adaptações. Atingindo os desafios
pessoais estarei mais perto de conseguir atingir os colectivos, que são o de
ser campeão suíço e o que fazer uma boa campanha na Taça CERS. Esse será o meu
grande desafio e objectivo.
O Paço de Arcos quis renovar
consigo?
Sim, fui o primeiro jogador do
plantel com quem o clube quis renovar. Desde o primeiro momento, os
responsáveis do clube estiveram a par da possibilidade de eu ir para a Suiça e
foi uma negociação muito leal. Entenderam a minha opção e foram de uma
correcção extrema em todo o momento.
Teve propostas de clubes
portugueses ou estrangeiros?
Tive duas abordagens, não mais
do que isso, para além da proposta formal do Paço de Arcos.
Qual o treinador com quem
trabalhou o marcou mais?
Não tive um que me marcou
mais, mais sim alguns que me marcaram de diferentes formas. Para além de todos
os meus treinadores da formação, destaco o Paulo Batista, que foi uma pessoa
que depositou uma enorme confiança em mim em todos os momentos. Foi quem me
lançou nos seniores do Paço de Arcos e também na selecção nacional. Depois,
destaco Luís Duarte, com quem fui campeão nacional de juvenis, de juniores e
com que era o nosso treinador no Paço de Arcos em 2003/04, quando ficámos em
4º. Além de sentir que ele me ajudou a crescer enquanto homem e hoquista, sinto
também que fiz parte da sua formação enquanto treinador, pois a sua primeira
experiência a sério como treinador foi com a nossa equipa de juvenis. Tal como
referi atrás, o Costa Duarte foi outra pessoa que me marcou, pelas razões já
referidas. O Paulo Garrido foi quem me levou para o Benfica em 2004, e mais
tarde para o Paço de Arcos, 2010. Foi uma pessoa que sempre acreditou em mim. O
Carlos Dantas, pela sua exigência e frontalidade. Para um miúdo, como eu era na
altura em que fui treinador por ele no Benfica, não é uma pessoa fácil de
lidar. Mas hoje vejo que foi uma pessoa que me ajudou a crescer que contribuiu
para o meu desenvolvimento. Por último, o Pedro Nunes foi muito mais do que um
treinador que me marcou. É também um amigo, de quem senti uma confiança cega e
que tirou o melhor de mim ao nível e rendimento. É um treinador de referência,
que chegou onde chegou à custa do seu trabalho, do seu valor e da sua forma de
estar, sem compadrios e jogos de interesses. É, actualmente, o melhor treinador
português.
Qual é o melhor guarda-redes
português de sempre?
Houve vários, cada um na sua
época. Ramalhete, quem eu nunca vi jogar, ouvi dizer que foi o melhor. Mas vi
José Carlos, Guilherme Silva, João Miguel, Fernando Almeida, Franklim, todos
eles foram referências na sua época.
E atualmente quem é o melhor
guarda-redes português?
Este ano foi o André Girão,
sem dúvida. Fez uma época memorável, que culminou com a conquista do campeonato
nacional. Foi o esteio da equipa do Valongo. Foi de uma regularidade extrema.
Agora na Suíça, vai continuar
acompanhar o campeonato português?
Sem dúvida. E vou continuar a apoiar o meu Paço de Arcos! Desejo a maior sorte para o clube. Levo-o no coração, tal como a toda a gente. Colegas/amigos, dirigentes, colaboradores, adeptos. Todos!
Sem dúvida. E vou continuar a apoiar o meu Paço de Arcos! Desejo a maior sorte para o clube. Levo-o no coração, tal como a toda a gente. Colegas/amigos, dirigentes, colaboradores, adeptos. Todos!
HC MARCO PROCURAS JOGADORES
O HC Marco procura um defesa
sub23 para integrar o plantel para a época 2014/2015. Se por acaso estás
interessado contacta o número 916536338 ou 932868639. Pode ser feito através do
email do clube, hoqueimarco1992@gmail.com.
O plantel actual:
GR: Daniel Ferreira e Décio
Gonçalves
Defesas: João Tavares (C),
Ivan silva, Nene Magalhães.
Avançados: Miguel Ferreira
(SC), Pedro Nazário, Zé Cabral e João Ribeiro.quarta-feira, 13 de agosto de 2014
LUÍS MOREIRA NÃO ESCONDE: “SER CAMPEÃO! NÃO PODE EXISTIR OUTRO OBJECTIVO”
A selecção nacional de Sub-17 ira entre 24 e 30 de Agosto
em Gujan-Mestras, Franca, disputar o Campeonato da Europa da categoria.
A preparação no Luso arrancou a 4 de Agosto com 12 atletas,
neste momento o técnico Luís Moreira já escolheu os dez atletas que irão
representas as cores lusas em França e tentar o “bi” campeonato europeu para
Portugal.
Rafael Lourenço (Sporting CP) e de Luís Costa (GR, AD
Barcelos Campo) ficaram de fora dos dez convocados, esses dez jogadores são, Tiago
Rodrigues (GR, UD Oliveirense), Gabriel Costa (GR, HC Braga), Gonçalo Pereira
(HC Braga), Gonçalo Nunes (SL Benfica), Bruno Dinis (AD Penafiel), Joaquim
Ferreira (Dragon Force FC), Pedro Silva (AD Barcelos Campo), João Lima (Dragon
Force FC), Hugo Barata (AD Valongo) e Frederico Neves (Sporting CP).
O estágio no Luso termina no próximo dia 22 de Agosto, os
liderados seguem depois para França para competir, no grupo de Portugal estão,
Andorra, Suíça, Áustria e a selecção de Itália.
O Besthoquei esteve com o selecionador português Luís
Moreira, o timoneiro da missão “Croissant” respondeu a várias questões.
De onde surge o nome “Croissant” para designar esta
aventura em França?
O nome surge porque as vezes que estive em França, das
coisas que mais gostei de comer foram os croissants franceses. Por isso a
denominação desta missão de Croissant, apenas isso.
Que expectativas e objectivos têm para este Campeonato da
Europa?
Os objectivos e expectativas de equipas competitivas,
ambiciosas e competentes como são as selecções portuguesas de hóquei em patins
é apenas um: ser Campeão! Não pode existir outro objectivo.
Portugal é o detentor do troféu, isso pode colocar alguma
pressão na equipa ou pode favorecer Portugal?
Quando alguém pergunta-me sobre pressão, seja
profissional ou desportiva, recordo-me sempre de duas frases que retive dos
meus tempos de Universidade, uma do Harvey Mackay que dizia “To be a champion, you have to learn to
handle stress and pressure. But if you've prepared mentally and
physically, you don't have to worry” e outra do Benjamin Carson que diz “No
matter how good you are at planning, the pressure never goes away. So I don't
fight it. I feed off it. I turn pressure into motivation to do my best”.
Por isso, encaramos a motivação das outras selecções em
querer ganhar ao Campeão em título com toda a naturalidade e vamos precavidos
dessa motivação extra das demais selecções. Trabalhamos todas as componentes do
treino e a vertente psicológica é fortemente trabalhada, por isso a nossa única
pressão é ganhar todos os jogos e voltar a conquistar um Campeonato Europeu Sub
17! É apenas um factor positivo porque o “alimento” dos grandes jogadores e das
grandes selecções é VENCER e a pressão, venha ela de onde vier, não nos afecta
muito porque estamos todos preparados mentalmente para isso.
A prova realizasse-se em França, na última vez que se
realizou em França em 2012 Portugal ficou em 3º lugar, acredita que este ano
vai ser diferente?
Como tenho dito noutras ocasiões, o passado serve para
recordar as coisas positivas e negativas utilizando esses ensinamentos no modo
como trabalhamos o presente. E foi isso que fizemos o ano passado e continuamos
a fazer este ano, trabalhar para sermos vencedores do Campeonato Europeu Sub 17
independentemente do local onde se realiza.
Que analise faz aos adversários? Quem são os favoritos na
sua opinião?
Ao falarmos de um Europeu de Hóquei em Patins Sub17, os
favoritos são, geralmente as equipas que nos últimos anos têm atingido as
meias-finais: Portugal, Espanha, França e Itália.
No entanto, importa recordar a selecção de Andorra que
obteve o 5º lugar no ano passado e este ano continua com uma equipa bastante
competitiva devido à experiência de jogarem o Campeonato da Catalunha, contudo,
todos os anos existem selecções surpresas e este ano também o deve acontecer.
Acredita que esta geração sem contar com o resultado que
irá conseguir em França, poderá ser o futuro do hóquei português?
O futuro do hóquei em patins português não se
equaciona, basta analisar os resultados das selecções, nos últimos Europeus Sub
17, Sub 20, Mundial Sub 20, Taça Latina Sub 23 assim como os resultados das
equipas portuguesas nas competições Internacionais.
Seria importante que quem tanto apregoa sobre o futuro do
hóquei português estar em causa, tivesse a preocupação de aprofundar as acções
promovidas em prol do desenvolvimento da Modalidade realizadas pela Federação,
Associações Distritais e os Clubes nos últimos anos.
Eu acredito, que esta geração de atletas seleccionados, os que estiveram nos Centros de Treino como os que estiveram no Estágio Final e não continuaram connosco, se forem devidamente trabalhados nos seus Clubes podem, com toda a certeza continuar a fazer parte dos patamares de excelência do hóquei patinado nacional.
Eu acredito, que esta geração de atletas seleccionados, os que estiveram nos Centros de Treino como os que estiveram no Estágio Final e não continuaram connosco, se forem devidamente trabalhados nos seus Clubes podem, com toda a certeza continuar a fazer parte dos patamares de excelência do hóquei patinado nacional.
terça-feira, 12 de agosto de 2014
PEDRO NIFO: “VAMOS TRABALHAR EM PROL DO CLUBE”
Foto: "O Almeirinense"
Depois de ter sido despromovida à 2ª divisão nacional no final da época 12-13, a equipa do HC ”Os Tigres” regressa agora à 1ª divisão nacional do hóquei em patins português.
Em Almeirim começa uma nova etapa para o clube, o timoneiro das tropas será Pedro Nifo de Sousa, depois de um ano afastado dos rinques, Nifo irá agora tentar levar o “barco” Almeirinense a bom porto.
O Besthoquei esteve à conversa com o novo treinador do Tigres que nos fez uma antevisão da época que ai vem.
Depois de um tempo longe dos rinques, o que o levou a aceitar o convite para orientar o HC Tigres nesta época?
Apenas estive sem treinar uma época, e tal deveu-se a uma opção minha, tendo em conta os mais de dez anos ininterruptos a treinar, achei que, após uma época bastante desgastante em que treinei dois escalões (juvenis e juniores do Sporting), deveria descansar uma época e assim, dedicar mais tempo há minha família, não obstante ter continuado a assistir regularmente a jogos de hóquei em patins.
Quanto ao ter aceitado o convite feito pela direção do HC “ Os Tigres”, tal ficou a dever-se principalmente ao desafio do projeto, que não obstante as dificuldades com que nos vamos deparar, não deixa de ser aliciante. Dentro da política de rigor orçamental perpetrada pela atual direção, vamos trabalhar em prol dos interesses do clube e de toda uma região que vive intensamente a nossa modalidade.
A sua equipa regressa a 1ª divisão depois uns tempos difíceis do clube na 2ª divisão, a estrutura do clube esta preparada para esta nova etapa?
Estamos a preparar a próxima época com bastante tempo e tranquilidade, e todas as pessoas envolvidas neste projeto, desde direção, equipa técnica, jogadores e restante staff, está ciente, que só com muito trabalho, dedicação e competência poderemos alcançar os nossos objetivos.
Obviamente que, ao longo da época, certamente poderão ocorrer algumas falhas em termos estruturais, como acontece em quase todo o lado, mas isso, será colmatado e resolvido com o trabalho e entreajuda que terá de haver entre todos os intervenientes que acima já identifiquei.
Que objectivos tem o HC “Tigres” para a próxima época?
Sem dúvida que os nossos objetivos passam pela manutenção na 1ª divisão.
Almeirim gosta de hóquei, acredita que o pavilhão esteja bem composto durante a época toda?
Como acima referi, através do nosso desempenho e trabalho, tudo faremos para dignificar não só a cidade de Almeirim, como toda a região do Ribatejo, porque sabemos que as pessoas gostam e vibram bastante com a nossa modalidade.
Obviamente, que estando o HC “Tigres” na divisão principal onde irá disputar jogos com as melhores equipas nacionais, sendo algumas delas, das melhores da Europa, esperamos contar com o apoio incondicional dos nossos adeptos e com especial destaque para a nossa claque, que sem dúvida, será um elemento fulcral, na ajuda para atingirmos os nossos objetivos.
Aproveito assim esta oportunidade, para apelar a todos os Almeirinenses e não só, que apoiem a nossa equipa, tal como têm vindo a fazer até aqui.
O Tigres foi ao mercado, o que nos pode falar sobre o que vem acrescentar ao seu plantel os reforços?
Dentro do rigor orçamental já mencionado, tentámos reforçar-nos, com o máximo de critério possível de modo a equilibrar todos os sectores da equipa.
Para tal, e face às saídas de alguns elementos da equipa que disputou o ano passado o nacional da 2ª divisão, reforçamo-nos, tendo em vista a obtenção do equilíbrio da equipa com uma mescla de experiência e juventude.
E as saídas? Gostaria de ter ficado com algum deles?
Sim, posso dizer que gostaria que ninguém tivesse saído, mas temos de estar preparados para isso e cabe-nos a nós tentar arranjar soluções para colmatar essas saídas, embora com limitações ao nível financeiro, mas sempre numa perspetiva de honrar os compromissos assumidos, como tem sido apanágio desta direção.
Todos sabemos que saíram jogadores que foram fundamentais para a subida do clube à primeira divisão e que pessoalmente gostaria muito que se tivessem mantido, mas temos de compreender as razões que os levaram a sair, e como saíram pela porta grande, serão sempre bem-vindos caso exista essa oportunidade, porque como se costuma dizer “o futuro a Deus pertence”.
quarta-feira, 30 de julho de 2014
BARCELONA ACOLHE FINAL INTERCONTINENTAL
O
Palau Blaugrana irá receber o jogo da final da Taça Intercontinental no próximo
mês de Outubro, ainda sem data definida, sabe-se que será no dia 10, 11 ou 12
de Outubro.
O
jogo irá colocar frente a frente os da casa, FC Barcelona que é o actual
campeoao europeu, e os argentinos do Petroleros de Mendoza campeões do
Sul-americano.
Na época
passada o vencedor deste trofeu foi o SL Benfica que venceu os brasileiros do
Sport Recife.
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